Este bebê foi abandonado em uma clínica e, quando a enfermeira o vê, ela grita de horror!
Uma realidade aterradora. O nascimento de um filho é uma das maiores alegrias, mas há pessoas sem instrução ou despreparadas para o que isso implica.
Certamente, a maioria das pessoas nem sequer cogitaria deixar seus filhos no hospital. No entanto, a mãe de Adam ficou tão chocada com a condição de seu filho recém-nascido que tomou a decisão terrível de abandoná-lo na instituição. Quando a enfermeira que o encontrou viu a criança e levantou o cobertor, temeu pela vida do bebê. Havia algo muito misterioso em sua aparência; ela soube imediatamente o que fazer. Infelizmente, não era a primeira vez que um bebê era deixado na recepção do hospital. A enfermeira levou a criança à emergência para ser examinada o mais rápido possível. Contudo, a equipe médica descobriu algo extraordinário: a ausência de membros, algo visível a olho nu.
“Este bebê não parece um bebê comum. Ele nasceu sem membros.”
Ele sofria de uma síndrome rara que afeta cerca de 1 em cada 20.000 bebês. Essa condição geralmente se caracteriza por deformidades no queixo e na língua, além da ausência de dedos nas mãos e nos pés. No entanto, este caso era impressionante pela gravidade: o bebê não tinha mãos nem pés. Sem ninguém para cuidar dele, a criança foi levada para um orfanato, aguardando adoção.
“Será que bebês sem mãos ou pés têm chance de serem adotados?”
“Parece que, por enquanto, não há chances. Mesmo que alguém queira adotá-lo, seria necessário oferecer cuidados médicos especializados e dedicação 24 horas por dia. Isso implica uma responsabilidade muito maior do que o habitual.”
Por algum tempo, parecia que esses bebês infelizes passariam o resto de suas vidas acamados e afastados da sociedade. No entanto, o destino não estava selado. Gianna Dan estava fazendo compras em Utah — a milhares de quilômetros do Brasil — quando viu uma reportagem sobre o menino. Ela não conseguia parar de pensar nele. Sua história triste a comoveu tanto que ela convenceu o marido, Ronald Dan, a adotar a criança. Gianella e o marido não hesitaram e viajaram para o Brasil para adotar o menino. No entanto, o processo não foi tão simples quanto poderia parecer; não foi uma adoção fácil para o casal. Concluir uma adoção não é tarefa simples; é um processo demorado e que envolve muita burocracia. Ainda assim, o casal persistiu e finalmente conseguiu trazer a criança para casa.
O menino, que não tinha pernas nem braços e não tinha família, agora tem um lar e três irmãos. Ele também ganhou um nome novo: Gabe. Ao chegar aos Estados Unidos, foi recebido de braços abertos. Ele está muito bem. Hoje, Gabe parece cada vez mais radiante e confiante. No entanto, isso não significa que sua existência esteja livre de grandes desafios. Tarefas cotidianas, que a maioria das pessoas realiza inconscientemente, eram difíceis para ele, que sofria com risadas e ameaças na escola. O período como aluno do primeiro ano foi extremamente difícil; ele chegou até a mudar de escola. Muitas vezes, chorava sozinho. Contudo, seus pais sempre o incentivavam a superar os obstáculos.
Gabe não deixou que as dificuldades da vida o abatessem. Ele aprendeu a fazer tudo sozinho. Esforçou-se para conseguir ler, escrever, tomar banho, vestir-se e realizar muitas tarefas diárias sem precisar de ajuda. Também aprendeu, com muita dedicação, a usar uma cadeira de rodas e a se locomover com facilidade. Surpreendentemente, aprendeu a dançar aos 12 anos. Um grande dançarino. Gabe dança muito bem; ele consegue acompanhar a música melhor do que qualquer outra pessoa na escola. Sem pensar duas vezes, entrou para o grupo de dança e, apesar de enfrentar muitas dificuldades, conquistou o segundo lugar. Recebeu calorosos aplausos de seus colegas de classe. Essa experiência fortaleceu ainda mais seu espírito e o inspirou a ir além. Desde então, ele usa a dança como forma de expressão e tem obtido ótimos resultados em diversas competições.
Um homem forte. Hoje, Gabe é uma pessoa forte e saudável, tendo superado muitas adversidades e momentos de tristeza. Ele continua a dançar, mas sua habilidade na dança o levou a ter uma ideia incrível, brilhante e que se tornaria o grande projeto de sua vida: tornar-se um palestrante motivacional. Ele usa sua trajetória de superação, suas experiências e sua vitória para motivar outras pessoas a aproveitarem a vida ao máximo. Um grande palestrante motivacional. Sua vasta experiência de vida fortaleceu sua mente e o ajudou a afastar os pensamentos negativos que muitas pessoas nutrem. A carreira de Gabe como palestrante motivacional o levou a percorrer o mundo. Ele falou para milhares de pessoas de todas as esferas da vida e inspirou inúmeras outras — incluindo aquelas que acreditavam que ficariam acamadas para sempre —, fazendo com que jovens brasileiros viajem pelo mundo, inspirados pela esperança que ele transmite às pessoas com deficiência. Um sacrifício de adoção. Gabe reconheceu e valorizou o grande sacrifício que Dan fez ao adotá-lo. Ele descreveu sua família como seu maior bem e fonte de energia, o que lhe permitiu viver e manter uma mente brilhante e grande força interior. No entanto, seus pais sentiam que Gabe lhes proporcionava ainda mais recompensas. Ele sempre foi uma fonte de inspiração, esforçando-se constantemente para dar o melhor de si. Isso demonstra que ninguém tem limitações e que todos merecem um pouco mais.